As OFICINAS se propõem a ser um espaço de conhecimento, trocas e experimentações dos temas relacionadas a elas. São laboratórios de observação, práticas, descobertas e transformações.

 

  • CUIDADO ENTRE FADAS

São círculos de mulheres cuidando e empoderando mulheres. Vamos em busca da Consciência das Fadas – ou da Sabedoria das Fadas – onde a mente (o filtro que nos torna separadas do Cosmos) é colocada a serviço da Consciência, para a absorção de nossa Natureza Cósmica, a Pura Natureza Feminina.

                                                          As fadas são o meio pelo qual a alegria é transmitida dentro de um sistema ou de um ser físico.

 

A quem se destina: a mulheres que desejam se empoderar e se proporcionar bem-estar através do cuidado recíproco; para mulheres que desejam encontros de cura, partilha, celebração,  verdade, confiança, compaixão e autenticidade, onde o que é dito ali permanece, onde não há julgamento e podemos mostrar e ser quem somos: em beleza, vulnerabilidade e poder.

Data: toda última quarta-feira do mês (29/08, 26/09, 31/10 e 28/11), das 19 às 21h.

Valor: R$ 30,00 cada encontro

                                                    Ao reconhecer a beleza de uma coisa, lugar ou acontecimento, reconhecemos a participação das fadas.

Programa:

  • Vivências com a energia corporal, como o taurus e os anéis energéticos de Reich, objetivando o encontro com a alegria, o aumento de potência, a liberdade e a mística das Fadas.
  • Vivências de unificação com a Pura Natureza Feminina.
  • Assumir a Luz e encarar a sombra.
  • Diálogos reconfortantes e fortalecedores para elevação da vibração interna.
  • Ressignificação dos contos de Fadas – Temas: O Príncipe Encantado (ou Alma Gêmea), A Bruxa Má (Quem é?; as Sabotagens); A Floresta Ameaçadora (o seu Dia-a-dia); A Fada Madrinha (seu Poder Interno); A Mãe Ausente (o Feminino “indefeso”); O Pai Viúvo (o Masculino “incapaz”).

 

Para Ernest Bloch no centro do conto de fadas se encontram “tendências para a liberdade, para uma superação dos limites naturais”.

O conto é um espelho mágico no qual somos convidados a mergulhar, a fim de nos reconhecermos. Não no sentido de nos afogarmos numa autocontemplação estéril, como Narciso, mas antes no de nos observarmos tal e qual somos, para além das aparências.

Existe em cada um de nós uma princesa encantada (ou fada) que achamos feia e abominável: são os nossos recalques, que vivemos sob a forma de vergonha, inveja, cólera e desencorajamento, entre outros. Se aprendermos a ver esses instintos nesse espelho de verdade que são os contos, poderemos contemplar as verdadeiras belezas que habitam em nós e que choram enquanto aguardam a sua libertação.

Essas princesas/fadas só têm um herói: nós mesmos. É a nós que compete libertar o nosso reino interior e a princesa/fada belíssima que nos espera. É a parte mais íntima do nosso ser que encontramos no espelho dos contos e que nos conduz à libertação e ao desabrochar pleno. Existe uma identidade perfeita entre nós e o conto. O conto é a nossa história. É a encenação metafórica de aspectos nossos que ignoramos, recusamos, ou que não sabemos ver tal e qual são. Se conseguirmos penetrar no espelho e reconhecer a nossa imagem, se escutarmos o conto para nele encontrarmos aspectos concretos da nossa existência, bastar-nos-á pôr em prática as suas propostas e viver a nossa vida segundo esse modelo de verdade.

As fadas são seres de luz. Elas acrescentam alegria ao sadio e restauram o cansado.

 

Coordenação: Teresa Batista

Teresa Batista é terapeuta holística, consteladora e professora.

Há mais de 20 anos vem pesquisando e atuando nas áreas de Terapias e Espiritualidade.

Dirige o Núcleo Chama Trina da Consciência da Libertação Espiritual, uma Escola iniciática da Grande Fraternidade Branca Universal, criada em 2006, que se destina a difundir e praticar os ensinamentos dos Mestres e Seres Cósmicos da Grande Fraternidade Branca Universal, onde realiza Práticas espirituais e terapêuticas que visam o desenvolvimento e a transformação do ser.

 

As fadas representam os poderes do espírito e as capacidades mágicas da imaginação. As fadas são seres capazes de realizar feitos extraordinários e realizar desejos. A palavra fada vem do latim Fata, que significa fado ou destino.

fada simboliza, numa perspectiva psicológica, o poder ou o desejo do homem de construir ou alcançar, com a sua própria imaginação, projetos e desejos inalcançáveis.

A versão ocidental moderna das fadas surgiu na Irlanda, como uma mensageira do outro mundo dotada de magia.

As fadas costumam aparecer à noite, com um anel ou varinha mágica, que representam as insígnias dos seus poderes mágicos, e desaparecem rapidamente deixando a sensação de ilusão.

De acordo com as suas origens, as fadas simbolizam os fios do destino dos homens, por isso, em suas aparições, elas também realizam, ou não, os desejos mais ambiciosos das pessoas. 

 

A fada é o ideal feminino, símbolo do “anima”, que encarna a virgem, a irmã, a esposa e a mãe. É a mulher por excelência, perfeita e inacessível. É também um agente da Providência, que distribuiu riqueza, fecundidade e felicidade, ajudando os heróis em perigo e servindo de inspiração para artistas e poetas. A fada é ainda, uma fiandeira do destino, como as Parcas romanas e as Moiras gregas. São elas que tecem o fio da vida e assistem o nascimento das crianças humanas para presenteá-los com dons. São elas também quem rompem esse fio e anunciam a morte dos seres humanos, antes de levá-los a seus palácios encantados, no País das Fadas.
Mas a fada, é por último, uma divindade da natureza, associada especialmente às árvores, aos bosques, às águas das fontes e das flores dos jardins. 
Como podemos acompanhar, muito já se fantasiou a respeito das fadas, mas pergunta-se: mas quem são e como são realmente as fadas?


As fadas são uma raça de donzelas quase imortais, às quais os primitivos nativos da Itália davam o nome de “Fatae”. O culto medieval siciliano das fadas, bem documentado pela Inquisição Espanhola, estava associado à Deusa Diana, que os italianos há muito tempo já chamava de “A Rainha das Fadas”. Diana era cultuada na Itália no Lago Nemi, onde outrora existira seu templo (500 a. C.)